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O Bairro - Graça

O bairro da Graça:

Deste lado da colina avista-se quase toda a cidade. Com o seu miradouro e os seus eléctricos, a Graça é um poiso de turistas e dá refúgio às tradições lisboetas.

Como era uma importante zona estratégica, aqui, fundaram-se dois conventos de grandes proporções. É um bairro bem demarcado há, pelo menos, três séculos.

Da Graça que cresceu no século XV até ao terramoto de 1755 apenas sobreviveu o Convento dos Agostinhos, situado no Largo da Graça. No final do século XIX formaram-se outros dois, o da Estela D’Ouro e o Ermida. Assim, as ruínas dos velhos palácios deram lugar às hoje tão conhecidas vilas habitadas, na sua fundação, por uma população operária.

 

A ver na Graça:

- Miradouro da Nossa Senhora do Monte;

- Miradouro da Graça;

- Fazer a viagem do elétrico 28;

- Edifício na Rua da Senhora do Monte, 46, incluindo o jardim;

- Palácio dos Condes de Figueira;

- Capela de Nossa Senhora do Monte;

- Convento das Mónicas;

- Igreja e convento da Graça e jardim;

- Edifício da Voz do Operário;

- Igreja de São Vicente de Fora;

- Igreja de Santa Engrácia ou Panteão Nacional;

- Vilas "operárias": Berta e Estrela d'Ouro.

 

História da Graça:

O Bairro da Graça, um dos mais antigos e belos da capital, viu aumentar o seu número de habitantes após o terramoto de 1755, e esses novos habitantes constroem residências simples, e também imponentes Palácios. Na altura da extinção das ordens religiosas o Bairro da Graça sofre uma grande mudança, o Convento passa a Quartel, a Igreja do Largo de Santa Marinha é demolida, e grande parte dos terrenos conventuais foram expropriados e vendidos a particulares. Com a industrialização do Beato e Xabregas, a Graça conhece novos habitantes, desta feita operários que ali decidem morar. Passa-se para o período dos pátios, dos bairros operários e, sobretudo, das vilas operárias construídas com sentido estético e critérios urbanísticos. Como a Vila Estrela de Ouro, construída em 1908, ou a Vila Berta, construída entre 1902 e 1908. Com uma curiosa mistura de cosmopolitismo e ruralidade.

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